Você pode contar sem dizer quem é.

Este canal recebe relato de assédio, discriminação, risco no trabalho, desvio de conduta e qualquer coisa que você não se sinta à vontade para levar pelo caminho de sempre.

Se você marcar anônimo, a gente não pede seu nome e não guarda nada que identifique você — nem de onde você acessou. O que chega é o que você escreveu, e mais nada.

Antes de enviar, leia isto

Ao enviar, você recebe um protocolo. Anote, fotografe, guarde onde não se perde. É por ele que você acompanha o que aconteceu com o seu relato.

E não existe recuperar protocolo perdido. Se o relato é anônimo, a gente não sabe quem você é — então não tem para quem reenviar. Essa é a mesma coisa que protege você.

Escreva com as suas palavras.

Se puder, diga quando foi, onde foi e quem estava por perto — é o que dá à empresa como apurar.
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Já enviou? Consulte pelo protocolo.

Digite o código que você recebeu para ver em que pé está e o que a empresa respondeu.

O que este canal não é.

Dizer isto protege você de achar que já resolveu ao clicar em enviar.

Não substitui a polícia

Se houve crime ou você está em perigo, procure a polícia. Em emergência, 190. Este canal é interno da empresa.

Não substitui o sindicato nem o Ministério do Trabalho

Você pode usar este canal e ainda assim procurar seu sindicato ou registrar denúncia no órgão fiscalizador.

Não apura sozinho

Ele recebe e registra. Quem investiga e responde é a empresa — e é isso que a lei cobra dela.

Se você está num computador compartilhado

Esta página fica no histórico do navegador. Se o computador é da empresa ou de uso comum, considere enviar do seu celular, ou apague o histórico depois. O relato em si continua anônimo de qualquer jeito — mas o histórico é do aparelho, não nosso.